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“Santander apoia mobilidade internacional dos estudantes”
Diário Económico   
30 April 2012
O programa de apoio ao intercâmbio de estudantes entre Portugal e o Brasil é umas das estratégias do Santander-Totta para apoiar a internacionalização das universidades portuguesas.
Que balanço faz do programa de Bolsas de estudo luso-brasileiras?

O Programa Luso-Brasileiro foi um marco histórico para o Santander Universidades.
Lançado em 2007 na comemoração dos 150 anos do Santander , o programa tinha como objectivo reforçar os laços de cooperação entre as universidades dos países ibero-americanos, e na nossa opinião esse objectivo foi conseguido para além do que esperávamos inicialmente. Hoje em dia, na relação com as instituições que nele participam, sentimos que é um programa que está plenamente integrado nos planos de mobilidade internacional das universidades e dos estudantes.
Porque escolheram o Brasil como um dos países parceiros privilegiados como parceiro destas bolsas?

O Brasil é o parceiro natural para um programa de mobilidade com estas características.
Além de beneficiar do aspecto linguístico, o facto do Banco ter uma presença forte nos dois países, facilita a realização do programa.
O Santander Universidades Portugal e Brasil proporcionam um grande apoio à realização do intercâmbio, facilitando a aproximação institucional entre universidades portuguesas e brasileiras e assegurando a reciprocidade nas mobilidades, ou seja assegurando que cada Universidade envia e recebe o mesmo número de estudantes.
Como é que o Santander apoia o processo de internacionalização da Universidade de Coimbra?

A relação entre a Universidade de Coimbra e o Santander Universidades já é antiga. Actualmente a Universidade de Coimbra participa no programa de mobilidade Luso-brasileira Santander Universidades, no Programa de Mobilidade Iberoamericana para estudantes e no Programa de Mobilidade Iberoamericana Santander Universidades para jovens professores e investigadores.
Adicionalmente, o Banco apoia a Universidade de Coimbra através de um convénio de cooperação, ao abrigo do qual, criou ainda outros programas como as Bolsas Santander Totta UC ou o Programa de Cooperação com o Brasil. Para além disto, o banco tem patrocinado e facilitado várias reuniões internacionais de reitores, um dos exemplos é o Grupo de Coimbra de Universidades brasileiras que conta já com mais de 40 membros.
Na sua política de responsabilidade social e de apoio às universidades, qual a importância que dá aos processos de internacionalização das universidades?

Uma das características mais fortes do Santander Universidades é precisamente a internacionalização. O Santander Universidades já tem acordos de parceria com mais de 1000 instituições de ensino superior em todo o Mundo. Esta forte rede internacional foi criada essencialmente por e para as Universidades. A internacionalização das Universidades é a universalização das mesmas. Uma universidade de portas abertas para o mundo é um símbolo de uma sociedade do conhecimento. De notar que, no âmbito dos programas globais de bolsas de internacionalização do Santander, apoiamos todos o os anos cerca de 200 estudantes ibero-americanos para estudar nas Universidades Portuguesas.

 
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