A distinção foi atribuída à investigadora pela revista científica “The Pathologist” que, ao longo de dois meses, inquiriu patologistas de todo o mundo sobre quem consideravam merecedor do título.
Foi “com surpresa” e “enquanto estava a trabalhar e a ver o email” que Fátima Carneiro, professora da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) e diretora do serviço de Anatomia Patologia do Centro Hospitalar São João (CHSJ), recebeu a notícia de que tinha sido considerada a patologista mais influente do mundo.
